FASE PSICOLÓGICA DA PM | O QUE DETERMINA A CAPACIDADE DE PORTAR UMA ARMA DE FOGO

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Você que deseja se tornar um futuro policial militar da PMSP, já se perguntou: “Como é possível avaliar de maneira precisa se uma pessoa está em condições de porta uma arma de fogo?” Pense: “O que existe na fase psicológica da PM que garante a capacidade do policial militar de portar tal objeto?”

Sabemos que as armas sempre estiveram presentes na vida do homem, desde os primeiros relatos sobre a vida humana. Nos tempos das cavernas os homens já utilizavam pedras amoladas amarradas a galhos de árvores para perfurar a pele dos animais no momento da caçada.

Posteriormente a primeira arma de fogo foi inventada logo depois da invenção da pólvora e a cada década foram surgindo inúmeros estilos de arma de fogo como: a metralhadora, pistola, a escopeta, a carabina, o rifle, a espingarda, entre outras.

Sendo o Brasil o país que ocupa a 11ª posição no ranking de morte por arma de fogo, o que assegura a PMSP quanto a proporcionar o porte de armas aos seus profissionais?

Atualmente a fase psicológica da PM, faz uso de testes psicológicos precisos e devidamente validados que auxiliam seus profissionais a determinar o quão capacitado o candidato se encontra para porta uma arma.

Realiza-se uma bateria de testes psicológicos com o objetivo de tornar o mais preciso possível a analise dos psicólogos, entre os testes psicológicos aplicados a PMSP faz o uso do PMK, o qual avaliar de forma adequada o nível de controle dos movimentos psicomotores do candidato.

 

VEJA MAIS SOBRE TESTES PSICOLÓGICOS

 

Isso porque uma boa movimentação motora permite ao policial militar uma resposta adaptativa corporal rápida diante do ambiente em que ele se encontra, afinal nosso nível de concentração e atenção está diretamente ligado aos movimentos motores do corpo.

Por esse motivo na fase psicológica da PM é feito um levantamento do perfil do candidato, no qual a PM busca compreender o nível de domínio psicomotor de cada um, bem como se há ausência desse domínio.

Levando em consideração que durante sua futura atuação como policial militar, o candidato poderá fazer uso da arma de fogo, é importante avaliar se há tal domínio motor, e para isso é feito uso dos testes psicológicos. Talvez se pergunte: Mas será que é possível desenvolver uma boa motricidade? Vejamos.

 

COMO DESENVOLVER UMA MOTRICIDADE QUE CONDIZ COM O AQUILO QUE É EXIGIDO NA FASE PSICOLÓGICA DA PM

A coordenação motora é uma habilidade aprendida e desenvolvida logo na infância. Ela é divida entre: Motricidade Composta e Motricidade Fina.

A primeira está ligada aos movimentos que envolvam o corpo como um todo como: engatinhar, andar, correr, pular, empurrar, rastejar, ou seja, qualquer atividade em ambientes abertos que proporcione a liberdade de movimentos.

A segunda por sua vez está diretamente ligada o controle das mãos e dos dedos, bem como ao desenvolvimento de noções de força, precisão e velocidade.

O bom é que ambas podem ser aprimoradas e desenvolvidas através de atividades motoras como: pintar, colar, recortar, montar quebra-cabeça, fazer esculturas com barro ou massa de modelar, entre outras.

Tais atividades reforçam a motricidade e quando realizadas com frequência, fortalecem o tônus muscular evitando tremores corporais, o que acaba por permitir ao candidato o domínio psicomotor adequado que é exigido na fase psicológica da PM.

PERFIL PSICOLÓGICO DO SOLDADO PM DE 2ª CLASSE

  1. Flexibilidade moderada – ausência de rigidez na conduta, no limite em que não comprometa sua conduta no bom desempenho da função;
  2. Disposição para o trabalho – capacidade para suportar longa exposição a agentes estressores, sem permitir que estes causem danos físicos ou mentais, sendo capaz de manter um bom nível de energia interna da qual o indivíduo dispõe para interagir com o meio;
  3. Capacidade de liderança – potencial para agregar as forças da comunidade, valendo-se de criatividade e proatividade, sem abdicar da autocrítica quem mantém o equilíbrio das ações;
  4. Relacionamento interpessoal adequado – adequado nível nas relações humanas, estejam em conflito ou não, que permita aperceber-se do comportamento dos outros do mesmo modo em que consegue comunicar-se apropriadamente;
  5. Inteligência – grau de inteligência geral (fator G) dentro de faixa mediana padronizada para a análise, aliado à receptividade para incorporar novos conhecimentos e reestruturar conceitos já estabelecidos, com potencial de memorização, a fim de dirigir adequadamente seu comportamento;
  6. Fluência verbal – facilidade para manipular os termos linguísticos na expressão do pensamento, através da verbalização clara e eficiente, expressando-se com desembaraço, sendo eficaz na comunicação;
  7. Resiliência – potencial para superar frustrações e reveses, valendo-se da aprendizagem das vivências para desenvolver melhor suas atividades, tornando-as mais produtivas.

 

CONTRAPERFIL PSICOLÓGICO DO SOLDADO PM DE 2ª CLASSE

  1. Descontrole emocional – utilização do potencial emocional sobrepondo-se ao racional, comprometendo o comportamento, seja por impulsividade, ansiedade ou agressividade descontrolada;
  2. Sinais Fóbicos – presença de sinais de medo patológico ou irracional, com dificuldade para manter o autocontrole;
  3. Falta de domínio psicomotor – ausência de habilidade cinestésica, por meio da qual o corpo se movimenta com eficiência, atendendo com presteza as solicitações psíquicas e ou emocionais.

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